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O Livro Proibido

Olá, meu nome é Meghan… sabe… não tenho muito o que contar. Minha vida não é muito agradável. Às vezes eu queria que meus pais sumissem… junto com aquele pestinha do meu irmão, Sam.

Mas vou contar algo que aconteceu comigo e mudou tudo.

Eu estava em casa. Minha mãe, meu pai e meu irmão estavam saindo, e eu não quis ir com eles. Fiquei no sofá assistindo TV… até ficar entediada. Então subi para o meu quarto procurando algo para fazer.

Foi quando um livro caiu sozinho da estante. Eu me assustei. Caminhei até ele e o peguei. A capa era preta com detalhes dourados — havia apenas um pentagrama.

“Estranho… nunca vi esse livro… não é meu…”

Mesmo assim, abri. Havia símbolos e coisas estranhas… até que encontrei algo que chamou minha atenção:

“Ritual da eliminação”

O ritual prometia eliminar qualquer pessoa que você desejasse.

“Ah… vou fazer. Nem vai funcionar… pelo menos me divirto. Espíritos nem existem… haha…”

Depois de um tempo, fiz o ritual.

“Viu? Não funcionou…”

Mas então…

Meus pais não voltaram.

Minha mãe sempre chegava cedo…

Depois de um tempo, ouvi um barulho no andar de cima. Subi para ver.

O livro estava aberto em uma página que eu nunca tinha visto:

Atenção!!! Não faça nenhum ritual!
Se realizar, você pode colocar a vida de alguém em risco… pode até matá-la.
Se fizer… será por sua conta.
Nós não nos responsabilizamos.
Eu avisei.

Eu ri… e guardei o livro.

Logo depois, o telefone tocou.

Atendi achando que era minha mãe…

Mas uma voz rouca disse:

— Você não devia ter mexido naquele livro… muito menos feito aquele ritual…
Agora… alguém vai pagar.

— Quem é você? O que quer dizer com isso?

— Guarde minhas palavras.

A ligação caiu.

Fiquei assustada por um momento… mas ignorei.

“Deve ser trote…”

Voltei a ver TV… até sentir sono. Subi e me deitei.

Duas horas depois…

Batidas na porta.

Desci para atender.

— A senhora é Meghan? — perguntou o policial.

— Sim… o que houve?

— Seus pais sofreram um acidente… e… não resistiram.
Precisamos que a senhora vá reconhecer os corpos… dos três.

Eu levei a mão à boca… comecei a chorar.

Subi as escadas destruída.

“Por que eu fiz aquilo…? Sam… eu podia odiar você… mas queria você vivo…”

Peguei minha blusa… e meu celular vibrou.

Mensagem de número desconhecido:

“Eu te avisei.”

Moral: Quando algo manda você não fazer… NÃO FAÇA.

Avatar Cemitério Maldito Publicado por: Eduarda Rodrigues

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